Excelentíssimos(as) Senhores(as),
Assunto: Produção descentralizada de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) a partir de resíduos sólidos urbanos (RSU) e biomassa — recomendação estratégica para segurança energética da aviação civil, descarbonização e gestão de resíduos estaduais
- Contexto imediato: o alerta do setor aéreo
As companhias aéreas brasileiras manifestam crescente preocupação com a falta de Combustível Sustentável de Aviação (SAF) disponível no país em escala comercial. Essa escassez ameaça o cumprimento das metas de descarbonização do setor aeronáutico e cria risco de aumento relevante no custo das passagens aéreas, à medida que o uso de SAF se torne mandatário nos próximos anos sob políticas de descarbonização da aviação, como o Combustível do Futuro, programas de mercado de carbono e compromissos de corte de emissões assumidos junto a autoridades regulatórias e organismos internacionais. (CNN Brasil)
Esse cenário de oferta insuficiente de SAF não é apenas um problema ambiental; é um risco econômico e logístico direto para os Estados:
- risco de encarecimento do transporte aéreo regional e nacional, prejudicando integração territorial e turismo;
- risco de perda de competitividade de hubs aeroportuários locais frente a polos internacionais que consigam garantir SAF estável e competitivo;
- risco reputacional, já que o Brasil assumiu compromissos de transição energética e descarbonização do setor de aviação alinhados a acordos internacionais e marcos como a Lei 14.993/2024 (“Combustível do Futuro”), que já estrutura exigências de redução de emissões no querosene de aviação.
Em paralelo, estudos técnicos recentes no contexto brasileiro mostram que o SAF é um vetor central de descarbonização da aviação, com potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa da ordem de até 80% ao longo do ciclo de vida, desde que sua rota produtiva seja baseada em matérias-primas de baixo carbono e que haja políticas de incentivo fiscal, crédito climático e garantias contratuais de demanda. Esses mesmos estudos alertam que, no Brasil, o grande gargalo para viabilizar economicamente o SAF não é falta de mercado — é custo de produção e disponibilidade estável de matéria-prima. (arXiv)
Dito de outra forma: o problema estratégico não é “se haverá demanda por SAF”, e sim “quem vai produzir e onde”.
- Tese central deste parecer
A resposta mais eficiente — técnica, econômica, ambiental e social — é que cada Estado lidere a implantação de Unidades de Recuperação de Energia (URE) próximas aos seus principais aeroportos para produzir SAF, óleo combustível e coprodutos industriais a partir de: - resíduos sólidos urbanos (RSU),
- resíduos industriais e/ou agrícolas de difícil destinação,
- biomassas residuais regionais (incluindo frações orgânicas de baixo valor energético e sem competição com alimentos).
Essa arquitetura de produção regional, distribuída e integrada à política de resíduos urbanos é tecnicamente viável, financeiramente atrativa, e atende simultaneamente quatro agendas prioritárias de governo estadual:
- política ambiental (gestão de resíduos, prolongamento da vida útil dos aterros e redução de emissões de metano);
- política climática (descarbonização e créditos de carbono);
- política industrial e de desenvolvimento regional (cadeia produtiva local de combustível limpo de alto valor agregado);
- política de transporte e competitividade logística (garantia de suprimento de SAF aos aeroportos, reduzindo risco de encarecimento de voos).
Esse modelo descentralizado é parte do estudo técnico conduzido pelo Eng. Sebastião Carlos Martins e pela DBEST PLAN – Eng. e Tecnologia da Informação, que estrutura a viabilidade econômico-financeira da produção de SAF a partir de RSU e biomassa para plantas de aproximadamente 500 toneladas/dia de resíduos.
- Por que produzir SAF regionalmente junto aos aeroportos
3.1 Redução imediata de custo logístico
Produzir SAF a algumas dezenas de quilômetros (ou menos) dos grandes aeroportos estaduais corta drasticamente:
- o custo de transporte de combustível em longa distância;
- as emissões associadas ao transporte rodoviário do combustível;
- a dependência de refino centralizado em poucos polos industriais distantes.
Esse desenho reduz a pegada de carbono total do combustível entregue à aviação e melhora a previsibilidade de abastecimento — um ponto crítico citado pelas empresas aéreas quando afirmam preocupação com disponibilidade de SAF no curto e médio prazo. (CNN Brasil)
3.2 Destinação ambientalmente correta dos resíduos urbanos
Cada capital e cada região metropolitana do país enfrenta pressão crescente sobre seus aterros sanitários e passivos ambientais. O envio do RSU para uma URE com gaseificação/pirólise, seguido de síntese química (ex.: rota Fischer-Tropsch), transforma um passivo urbano — lixo — em ativo energético de alto valor agregado (SAF). Isso:
- reduz volume destinado a aterro,
- estende a vida útil dos aterros existentes,
- reduz emissões de metano e chorume,
- melhora indicadores de saúde pública urbana, especialmente em áreas de alta vulnerabilidade socioambiental.
Observação importante: o estudo considera inclusive a possibilidade de a URE pagar um valor por tonelada recebida de RSU (por exemplo, R$ 30,00/t), em vez de cobrar “taxa de destinação” das prefeituras. Isso viabiliza arranjos consorciados intermunicipais e dá segurança de suprimento contínuo de resíduos para manter a produtividade industrial.
Isso significa que o Estado pode organizar a política de resíduos como insumo industrial de um combustível estratégico de aviação, e não como custo de aterro.
3.2.1 Responsabilidade legal dos municípios na gestão dos resíduos
De acordo com a Lei nº 12.305/2010, que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), e o Novo Marco do Saneamento (Lei nº 14.026/2020), os municípios brasileiros são legalmente responsáveis pela destinação ambientalmente adequada dos resíduos sólidos urbanos (RSU) gerados em seus territórios. Essa obrigação inclui o encerramento de lixões, a implantação de sistemas de coleta seletiva, reciclagem e tratamento, bem como a destinação final ambientalmente correta dos rejeitos.
A Lei nº 14.026/2020 reforça esse dever ao condicionar o acesso a recursos federais e financiamentos públicos à comprovação de que o município possui plano de saneamento básico e de gestão integrada de resíduos sólidos atualizado e em conformidade com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Assim, os prefeitos municipais têm responsabilidade direta e pessoal pela destinação legal dos resíduos, podendo responder administrativa e judicialmente em casos de descumprimento.
Nesse contexto, a implantação de Unidades de Recuperação de Energia (URE) com aproveitamento do RSU — como as propostas neste estudo — representa não apenas uma solução tecnológica de valor econômico, mas também um instrumento de cumprimento da legislação federal, permitindo aos municípios e consórcios intermunicipais atender às exigências legais e às metas de erradicação dos lixões, com ganhos ambientais e econômicos significativos.
3.3 Geração de empregos locais qualificados e nova base industrial verde
A instalação de uma URE cria:
- empregos diretos industriais (processamento térmico, controle de processo, manutenção, operação química de conversão em combustível aéreo),
- empregos indiretos (logística de coleta e triagem de resíduos, serviços de engenharia, instrumentação, automação),
- empregos induzidos (cadeias de fornecimento, segurança, serviços gerais).
Ou seja, não é apenas política ambiental — é política de desenvolvimento produtivo verde, aderente às diretrizes nacionais de transformar a agenda climática em motor de emprego e renda, hoje formalizadas em políticas federais de transição energética e transformação ecológica. (Wikipédia)
3.4 Redução de emissões da aviação civil
O setor de aviação é pressionado globalmente a reduzir emissões por passageiro e por quilômetro voado. SAF é hoje a ferramenta mais imediata e tecnicamente compatível com a frota existente, pois pode substituir, em mistura, parte do querosene fóssil sem exigir mudanças profundas de infraestrutura aeroportuária nem de motores. Isso coloca o Estado que domina a produção local de SAF como referência em “hub de aviação verde”, com potencial de atrair mais rotas, mais operações cargueiras e mais manutenção aeronáutica orientada a ESG. (arXiv)
- Viabilidade econômico-financeira já demonstrada com base técnica
O estudo conduzido pela DBEST PLAN modela uma URE de ~500 toneladas/dia de RSU, com CAPEX de referência da ordem de R$ 1,0 bilhão e produtividade média de 140 litros de SAF por tonelada de resíduo processado. A análise considera:
- SAF vendido a aproximadamente R$ 9,00/litro,
- óleo combustível/bunker como subproduto (~R$ 4,50/litro),
- créditos de carbono (~R$ 90,00/ton CO₂ equivalente),
- financiamento internacional a ~3% a.a.,
- isenções ou reduções de ICMS, PIS, COFINS e ISS próximo de 2%.
Resultados macro (cenário base):
- TIR anual: ~21,6%;
- VPL: ~R$ 5,6 bilhões em 20 anos;
- Payback: ~7,2 anos, já incluindo o período de construção;
- ROI operacional: ~15% a.a., valor considerado atrativo por fundos internacionais de infraestrutura verde.
Mesmo em cenários conservadores — queda de produtividade do SAF para ~110 L/ton e queda de preço de venda do SAF para ~R$ 8,00/L — o projeto ainda apresenta TIR anual próxima ou acima de 17%, que é típica Taxa Mínima de Atratividade exigida por financiadores para projetos sustentáveis de infraestrutura.
Em cenários de produtividade mais alta (~150 L/ton) e preço mais favorável (aumento de 20%), a TIR projetada supera 25%, com payback reduzido para algo em torno de 6 anos.
Tradução política para o governador:
- Trata-se de um ativo industrial verde que se paga em horizonte típico de infraestrutura energética (6 a 8 anos).
- Gera combustível estratégico para aviação estadual.
- Resolve um passivo ambiental que hoje onera os municípios.
- E se sustenta economicamente desde que haja desenho tributário adequado.
- A peça crítica de credibilidade para investidores: Simulação de Monte Carlo. Projetos desse tipo ainda sofrem com dois fatores de incerteza que afastam capital privado em estágio inicial:
- incerteza no CAPEX real de implantação (o quanto essa planta custa “de verdade” no Brasil, na fase de engenharia de detalhe e montagem industrial);
- incerteza operacional no OPEX e na produtividade (quantos litros de SAF por tonelada de RSU brasileiro, que tem poder calorífico inferior ao de países desenvolvidos).
Para lidar com esse risco, o estudo da DBEST PLAN utiliza Simulação de Monte Carlo (software Crystal Ball, Oracle) para modelar a distribuição de probabilidade da TIR (Taxa Interna de Retorno) a partir da variabilidade das principais variáveis (CAPEX, produtividade, preço de venda do SAF, preço do óleo bruto etc.).
Os resultados são claros:
- probabilidade de ~81,6% de a TIR anual ficar entre ~17% e ~26,7%;
- TIR média ajustada após refinamento das premissas: ~23,3%;
- dispersão moderada, típica de projetos industriais complexos, mas que permanece majoritariamente acima da Taxa Mínima de Atratividade de 17% ao ano.
Isso significa que, mesmo admitindo incertezas de engenharia e operação, o retorno esperado permanece atrativo para financiadores nacionais e, especialmente, internacionais — inclusive aqueles já alinhados a fundos climáticos e programas de transição energética que enxergam SAF como prioridade por seu efeito direto na redução de emissões do setor aéreo.
Essa abordagem probabilística é essencial para governos estaduais por três motivos:
- Dá base objetiva para negociar financiamento climático internacional a juros baixos (≈3% a.a.) em vez de crédito doméstico caro (≈14% a.a.).
- Reduz o risco político do governador ao defender o projeto publicamente, pois demonstra que a TIR prevista não depende de cenário único “otimista”, e sim de uma análise de risco transparente e auditável.
- Oferece insumo técnico robusto para pleitear enquadramento em programas federais de transição energética, PAC verde e fundos climáticos estaduais, que hoje já começam a ser organizados como instrumentos de política pública regional de baixo carbono. (Wikipédia)
Em resumo: a Simulação de Monte Carlo não é um detalhe acadêmico; ela é a linguagem que destrava capital em escala bilionária para a planta estadual de SAF.
- Requisitos de política pública estadual
Para transformar essa oportunidade em projeto executivo concreto, recomendamos que cada Estado trate os seguintes eixos como agenda imediata de governo:
6.1 Definição de polo(s) de produção de SAF
- Selecionar aeroportos estratégicos estaduais (ex.: capital + principal aeroporto regional de conexão).
- Identificar área industrial próxima (zona logística / distrito industrial / retroárea de aterro sanitário) com acesso a infraestrutura de energia, água industrial e rodovias.
- Mapear volume diário de RSU disponível em raio de 50 a 100 km, somando municípios consorciados, resíduos industriais não perigosos e biomassa residual agrícola de baixo valor comercial. Isso assegura o suprimento mínimo contínuo da planta (~500 t/dia).
6.2 Política de resíduos como política energética
- Estruturar consórcios intermunicipais formalizados para garantir fornecimento estável de RSU à URE, com contratos de longo prazo.
- Prever economicamente que o Estado (ou um consórcio) pode até remunerar a destinação do RSU para a URE (por volta de R$ 30,00/t, conforme o estudo), usando isso como forma de reduzir pressão sobre aterros e mitigar passivos ambientais municipais.
- Associar esse arranjo a metas estaduais de redução de envio de resíduos a aterro e redução de emissões de metano.
6.3 Regime tributário e incentivos
- Avaliar isenção/redução de ICMS sobre o SAF, óleo combustível Co processo e energia excedente gerada, bem como PIS/COFINS e ISS reduzido a patamares próximos de 2%. Esses incentivos são determinantes para manter a TIR em níveis que atraiam capital privado e fundos internacionais. Sem isso, a atratividade econômica cai e o investidor privado perde apetite.
- Tratar tais incentivos não como renúncia sem retorno, mas como política ativa de viabilidade de um polo industrial verde que resolve RSU, gera emprego qualificado e protege a malha aérea estadual contra volatilidade de preços de combustível fóssil.
6.4 Estrutura financeira e captação internacional
- Priorizar linhas de financiamento verde/climático internacionais a custo ~3% a.a., que elevam a TIR final do projeto em comparação às condições típicas nacionais.
- Utilizar o estudo com Simulação de Monte Carlo como peça técnica em roadshows com bancos multilaterais, fundos climáticos, e investidores de infraestrutura sustentável.
- Avaliar enquadramento no Plano de Transformação Ecológica, nos fundos climáticos estaduais e nas estratégias de captação verde já em curso em unidades federativas que buscam investimentos associados a transição energética e descarbonização (por exemplo, projetos estaduais de hidrogênio verde e energias renováveis vêm sendo apresentados como vitrines de política climática regional). (Wikipédia)
6.5 Garantia de demanda / contrato-âncora
- Negociar com companhias aéreas e operadores aeroportuários contratos de fornecimento de SAF com horizonte plurianual, mesmo com mistura parcial ao querosene fóssil. Isso reduz o risco de receita e dá previsibilidade de fluxo de caixa — ponto crítico para financiadores. (CNN Brasil)
- A mesma estrutura pode incluir compromissos de uso de SAF em operações cargueiras estratégicas (exportação agroindustrial, polos industriais de alto valor agregado, turismo internacional), vinculando imagem do aeroporto e do Estado à descarbonização.
- Encaminhamento propositivo
Diante da preocupação já manifestada pelo setor aéreo quanto ao risco de insuficiência de SAF em território nacional — risco este que pode pressionar custos e tarifas aéreas, afetando competitividade regional e mobilidade da população —, recomendamos formalmente:
- Que cada Governo Estadual institua, por decreto ou resolução conjunta Secretaria de Meio Ambiente / Secretaria de Desenvolvimento Econômico / Secretaria de Infraestrutura, um Grupo de Trabalho Executivo do SAF Regional (GT-SAF);
- Que este GT-SAF tenha as seguintes entregas iniciais:
- Mapeamento de RSU e biomassas residuais disponíveis em escala mínima de 500 toneladas/dia dentro do raio logístico de cada grande aeroporto do Estado;
- Identificação de área industrial para implantação de uma URE com rota termoquímica (gaseificação/pirólise + síntese tipo Fischer-Tropsch) para produção de SAF;
- Estudo tributário preliminar para isenção/redução de ICMS, PIS, COFINS e ISS em linha com o modelo de referência da DBEST PLAN;
- Estruturação de proposta de contrato-âncora com as companhias aéreas que operam no(s) aeroporto(s) selecionado(s);
- Preparação de dossiê financeiro com Simulação de Monte Carlo da TIR para apresentação a fundos internacionais de financiamento climático.
- Que, na sequência, o Estado submeta esse dossiê para enquadramento em programas federais de transição energética e em fundos climáticos internacionais, amarrando desde já a narrativa de que:
- o Estado está reduzindo emissões no transporte aéreo,
- está resolvendo a destinação final de RSU com tecnologia limpa,
- está criando indústria verde e empregos qualificados,
- e está protegendo sua malha aérea contrachoques futuros de custo de combustível fóssil. (arXiv)
- Conclusão
A falta de SAF é, hoje, um gargalo estratégico que preocupa diretamente as companhias aéreas brasileiras e pode pressionar tarifas aéreas nos próximos anos. (CNN Brasil)
Os Estados têm, nas mãos, uma solução que simultaneamente:
- resolve passivos ambientais urbanos (RSU e resíduos orgânicos/industriais),
- cria polos industriais verdes de alto valor agregado no território estadual,
- gera empregos e captura investimentos internacionais de baixo custo,
- reduz emissões líquidas da aviação civil com impacto direto na competitividade econômica de seus aeroportos,
- mantém a aviação conectada aos compromissos de descarbonização nacional e internacional.
O estudo técnico-financeiro da DBEST PLAN, conduzido pelo Eng. Sebastião Carlos Martins, demonstra que essa solução é economicamente viável com TIR anual acima da Taxa Mínima de Atratividade (~17% a.a.) e payback competitivo (6 a 8 anos), desde que estruturada com incentivos tributários estaduais/municipais e financiada com linhas internacionais de baixo custo.
Mais importante: a adoção obrigatória da Simulação de Monte Carlo como instrumento de avaliação de risco não é um detalhe técnico opcional — é a ferramenta essencial para dar transparência ao risco de CAPEX e OPEX, e para demonstrar a financiadores e órgãos de controle que o projeto suporta variações de produtividade e preço do SAF mantendo retorno atrativo.
Recomendação final aos Governadores:
- Instituam imediatamente GT-SAF Estadual para estruturar um polo de produção de SAF junto ao(s) principal(is) aeroporto(s) do Estado, com base em RSU e biomassas residuais locais.
- Orientem o GT-SAF a trabalhar com a modelagem econômico-financeira probabilística (Simulação de Monte Carlo) e com a política de incentivos tributários proposta neste parecer.
- Encaminhem o dossiê resultante aos fóruns federais de transição energética, a fundos climáticos internacionais e às companhias aéreas que operam no Estado.
A DBEST PLAN – Eng. e Tecnologia da Informação, empresa especializada em estudos de viabilidade econômico-financeira de projetos de energia limpa utilizando Simulação de Monte Carlo para análise de risco de TIR, CAPEX, OPEX e produtividade, declara-se apta a colaborar tecnicamente com cada Governo Estadual na estruturação desses estudos, inclusive na preparação dos dossiês de viabilidade e dos cenários probabilísticos exigidos por investidores e financiadores internacionais.
Por Sebastião Carlos Martins
* O autor é Engenheiro Eletricista formado pela UFRGS em 1971, foi professor universitário e atuou em grandes projetos de siderurgia e mineração no Brasil. Possui conhecimentos em Direito Tributário, Contabilidade, Economia e Auditoria. Nos últimos seis anos, se dedica a estudos de viabilidade econômica e financeira para usinas eólicas, fotovoltaicas e unidades de recuperação de energia a partir de RSU, aplicando a Simulação de Monte Carlo.









