domingo, janeiro 11, 2026
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Banco da Amazônia apresenta “Uma Belém no Olhar de Alguém” no Centro Cultural Banco da Amazônia

A exposição abre no dia 9 de janeiro, às 10h, reunindo o trabalho de 21 fotógrafos e fotógrafas paraenses e vai até 8 de abril de 2026, com entrada gratuita.

Para celebrar os 410 anos da cidade de Belém – comemorados em 12 de janeiro –, o Centro Cultural Banco da Amazônia inaugura “Uma Belém no Olhar de Alguém”, mostra que estará aberta à visitação do público de 9 de janeiro até o dia 8 de abril. Com curadoria de Emanuel Franco, a exposição é composta de 35 fotografias que refletem os olhares de 21 profissionais que atuam na área de artes visuais.
A mostra propõe múltiplos olhares sobre a cidade, revelando paisagens, memórias, afetos e contrastes que compõem a capital amazônica. O público vai imergir em registros que transitam por uma Belém diversa, imagens que ressaltam o cotidiano urbano, o patrimônio histórico, a relação da cidade com a água, os mercados e a população formando também uma paisagem humana. 

Cada imagem constrói uma narrativa singular sobre Belém, uma cidade marcada por camadas de tempo, ancestralidade, modernidade e resistência cultural. Participam da mostra os fotógrafos:
Alexandre Baena, Andréa Noronha, Bizi, Celso Lobo, Déia Lima, Fabíola Tuma, Fatinha Silva, Guy Veloso, Iza Girard, Janduari Simões, Marcelo Vieira, Maria Cristina Gemaque, Mariano Klautau Filho, Marise Maués, Nádia Borborema, Patrícia Brasil, Renato Neves, Rosana Uchôa, Rosário Lima, Valério Silveira e Wagner Santana.

Ao integrar as comemorações pelos 410 anos de Belém, o Banco da Amazônia também reafirma seu compromisso com a valorização da cultura, da história e da produção artística da região.

A exposição convida o público a revisitar Belém a partir de uma construção coletiva de olhares, valorizando a cidade como território vivo de memória, identidade e criação. A curadoria é de Emanuel Franco, artista visual , trazendo texto de Dayseane Ferraz, historiadora e antropóloga. 

“Ao pensarmos essa exposição, nossa intenção foi a de reproduzir imagens ilustrativas do cotidiano da cidade, suas raízes, paisagens, valores arquitetônicos e outros caracteres típicos de Belém, demonstrando a valorização da cultura regional e o intuito de se manter ativa a trajetória institucional de ações patrocinadas, voltadas à preservação do nosso patrimônio artístico”, explica Emanuel Franco.

No texto que acompanha a exposição, a historiadora e antropóloga Dayseane Ferraz destaca a potência simbólica da cidade retratada pelas lentes dos fotógrafos: “Olhar Belém é entregar-se a uma imersão profunda em um caleidoscópio cultural, onde cada fragmento reflete múltiplas camadas de tempo, de memória e de pertença.”

Ao traduzirem a essência do dia a dia de Belém através de seus olhares, esses fotógrafos e fotógrafas apresentam um convite para o público descobrir diferentes perspectivas da cidade que se revelam nas imagens selecionadas para a mostra, que reforçam, ainda, que não existe uma única Belém, assim como não existe uma única Amazônia.

“Ao mesmo tempo que reúne características que a faz tão singular, Belém é versátil e multifacetada, assim como nossa região. E essa pluralidade está presente nas fotografias da exposição. Convidamos a todos a visitarem a mostra, um presente para a capital onde começou a história e está a sede do Banco da Amazônia”, disse Ruth Helena Lima, gerente de Marketing, Comunicação e Promoção.

O Centro Cultural Banco da Amazônia abre de terça a sexta-feira, de 10 às 19 horas, e sábado, domingo e feriado de 10 às 14 horas. A entrada para todas as exposições é gratuita.

Foto destaque: Marcelo Vieira

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