A Igreja do Evangelho Quadrangular (IEQ) vive um momento considerado estratégico e positivo por sua liderança nacional. Em consonância com a legislação brasileira atual, orientações da Receita Federal e boas práticas adotadas por diversas denominações evangélicas no país, a instituição avançou em um modelo administrativo que prioriza unidade, segurança jurídica e fortalecimento institucional.
A decisão Colegiada, recebida com satisfação pelo ministério, tem como objetivo principal preservar o funcionamento harmônico da Igreja, garantindo conformidade com as exigências legais relacionadas à gestão de CNPJ único, imunidade tributária, responsabilidade fiscal e governança nacional. Trata-se de uma medida que visa proteger a própria missão da Igreja, evitando riscos jurídicos e administrativos que poderiam comprometer seu trabalho espiritual e social.
Segundo especialistas em direito eclesiástico, a adoção de estruturas administrativas mais integradas não é um movimento isolado da IEQ. Diversas denominações históricas no Brasil vêm passando por processos semelhantes, justamente para atender às mudanças legislativas e às crescentes exigências dos órgãos de controle e fiscalização. Nesse contexto, a Igreja do Evangelho Quadrangular se antecipa e demonstra maturidade institucional.
Importante destacar que a orientação não representa qualquer diminuição da participação democrática ou da vida ministerial nos campos regionais. Pelo contrário, o modelo busca preservar a unidade doutrinária, administrativa e jurídica, garantindo que as decisões estratégicas estejam alinhadas ao interesse coletivo da Igreja, fortalecendo sua identidade nacional e evitando fragmentações que poderiam gerar insegurança legal.
Sob a liderança contínua e respeitada do pastor Mário de Oliveira, presidente nacional da IEQ, a Igreja reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e a boa administração. Com mais de 60 anos de ministério e uma trajetória amplamente reconhecida no cenário evangélico brasileiro, o pastor Mário tem conduzido esse processo como parte de um amadurecimento natural da instituição, sempre com foco na proteção da obra, dos ministros e das igrejas locais.
A centralização administrativa, nesse aspecto, não se confunde com autoritarismo, mas se apresenta como um instrumento de organização, proteção jurídica e fortalecimento da missão institucional. Especialistas ressaltam que a manutenção de um CNPJ único, devidamente estruturado, possibilita maior controle, melhores benefícios fiscais, preservação da imunidade tributária e segurança para pastores e membros em todo o território nacional.
Internamente, a avaliação é de que a decisão atende plenamente às expectativas da Igreja neste novo tempo, reafirmando seu compromisso com a unidade, a legalidade e a continuidade de sua missão espiritual. O momento é visto como um passo responsável, alinhado às exigências do presente e aos desafios futuros enfrentados por grandes organizações religiosas no Brasil.
Ao optar por esse caminho, a Igreja do Evangelho Quadrangular demonstra não apenas respeito às leis do país, mas também zelo pelo seu legado, sua missão e pela proteção de milhares de ministros e milhões de fiéis que fazem parte de sua história.
Fonte e imagem: Assessoria da IEQ nacional








