Festival traz música e diversidade de presente para a cidade
Nos dias 9 e 10 de janeiro de 2026, a fachada histórica do Museu do Estado do Pará (MEP), no Palácio Lauro Sodré, será transformada em uma tela monumental de narrativas visuais. O Festival Antropofagia Mapping (ANMA) celebra o aniversário da capital paraense com o tema “Devorar para Recriar”, unindo o vanguardismo do videomapping à potência das tradições amazônicas e a diversidade da cena artística contemporânea, dentro da programação do Preamar Cabano.
Idealizado pelo VJ Lobo e realizado pela Tabuleiro Produções, o ANMA exibirá 12 obras pré-selecionadas de artistas visuais de todo o país que concorrem a premiações em dinheiro. O corpo de jurados é composto por nomes de referência: a pesquisadora Roberta Brandão, o diretor teatral Nando Lima e a curadora Melissa Barbery que avaliarão as projeções que ocuparão a fachada do Museu durante esses 2 dias.
Palco de Diversidade e Saberes: Além do espetáculo visual, o ANMA 2026 apresenta uma programação musical que celebra a pluralidade e a resistência da região. No dia 9 de janeiro, o festival recebe Mãe Rita D’Oxum, apresentando “Sabedoria Cantada”. A grade conta ainda com o Batuque da Lua Crescente e muito carimbó com show de Priscila Cobra e Grupo. No dia 10, a performance “Quando as águas voltam ao corpo”, de Safira Clausberg (com participação de Anastácia Marshelly e Xviccy) e a DJ Coytada trazem para o público vozes invisibilizadas. O Carimbó Volta ao Mundo, projeto que traz a força de grupos tradicionais como Sereias do Mar e composições da Mestra Anne, fundadora do Carimbó Sensacional, encerram o evento. A condução das noites ficará a cargo da Drag Xirley Tão, ícone do movimento Themônia.
Acessibilidade e Compromisso Social: Alinhado às novas Diretrizes de Inclusão, o ANMA 2026 garante plena estrutura para todos os públicos. Além da entrada franca, o festival contará com espaço reservado para pessoas com deficiência (Área PCD), assegurando conforto e visibilidade para o desfrute das projeções e shows. O projeto foi contemplado pelo Edital Rouanet Norte, com patrocínio do Banco do Brasil, Caixa Econômica, Banco da Amazônia e Correios, através da Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal e o apoio do Governo do Estado do Pará, através do Portal da Cultura e Museu do Estado do Pará.
PROGRAMAÇÃO:
Sexta-feira, 09 de janeiro:
Show “Sabedoria Cantada”: A espiritualidade de Mãe Rita de Oxum, com mais de 30 anos de sacerdócio, em performance musical produzida pelo Coletivo Afro-Artivista Filhos de Iracema.
Batuque da Lua Crescente: Coletivo formado por pessoas LGBTQIAPN+ que articula tradição e experimentação através do carimbó e flautas artesanais.
Priscila Cobra e Grupo: Mobilizadora da cultura popular de Icoaraci e delegada do Comitê Gestor da Salvaguarda do Carimbó (IPHAN), Priscila traz seu premiado trabalho autoral.
Sábado, 10 de janeiro:
Show Safira Clausberg: Artista travesti multidisciplinar que investiga o corpo como território político e espiritual através do canto popular e piano.
Show DJ Coytada: Multiartista amazônida que transita entre hits, ballroom beats e sons subversivos da cultura queer.
Carimbó Volta ao Mundo: Grupo criado por mulheres negras e de terreiro, apresentando a força de grupos tradicionais como Sereias do Mar, Mestra Nita e as composições da Mestra Anne.
SERVIÇO:
Festival Antropofagia Mapping (ANMA) – Belém 410 anos
Datas: 9 e 10 de janeiro de 2026.
Horário: A partir das 19h.
Local: Fachada do Museu do Estado do Pará (Praça Dom Pedro II, Belém/PA).
Entrada: Gratuita.
Acessibilidade: Espaço reservado para PCD e monitores de acessibilidade e intérprete de Libras disponíveis.
Informações à Imprensa: Carine Araújo – Tabuleiro Produções
E-mail: ascom@tabuleiroproducoes.com.br | Tel: (91) 98127-8685








