terça-feira, março 3, 2026
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Chuvas fortes causam alagamentos no Pará. Enchentes deixaram bairros isolados em Bragança e Marabá

O fim de semana foi de chuva intensa e muitos prejuízos no Pará. No nordeste do estado, o Rio Cereja transbordou em Bragança, alagando ruas, invadindo casas e isolando comunidades inteiras. No sudeste paraense, Marabá também enfrentou transtornos com alagamentos e pontos de bloqueio no trânsito após um temporal concentrado em poucas horas.

De acordo com a Defesa Civil, choveu cerca de 20% do volume esperado para todo o mês de fevereiro em apenas duas horas. A água invadiu casas, estacionamentos e vias da cidade, deixando moradores sem acesso a alguns bairros.

Em Marabá, o túnel de pedestres da rodovia BR-230 foi completamente tomado pela água e o acesso ao bairro Araguaia ficou comprometido. Na Folha 17, a enxurrada entrou pela tubulação e atingiu residências e garagens.

O aposentado Jairo Henrique contou que não estava em casa no momento da enchente. “Minha nora me ligou desesperada avisando que a água tinha invadido a casa. Corri pra ajudar, mas quando cheguei já estava tudo alagado”, relatou.

Em outro ponto da cidade, moradores registraram o aparecimento de uma sucuri em meio à inundação, o que aumentou ainda mais o medo dos vizinhos.

Entre as Folhas 22 e 27, um canal frequentemente obstruído por lixo jogado pela população transbordou novamente. O problema é antigo e, segundo moradores, a água acumulada representa risco de doenças e prejuízos constantes.

A situação também foi crítica em Bragança, pois o Rio Cereja não suportou o volume das chuvas e transbordou, deixando os bairros Aldeia e Padre Luís submersos.

As enchentes atingiram 9 mil pessoas na cidade, deixando 120 famílias desabrigadas. Um comitê de crise foi criado para monitorar a situação.

Caminhonetes e motocicletas tentavam atravessar ruas com água na altura das portas. Algumas famílias chegaram a suspender os móveis para evitar perdas, mas muitas ainda ficaram ilhadas dentro de casa.

De acordo com a Defesa Civil Municipal, equipes do Corpo de Bombeiros precisaram usar barcos para resgatar moradores, entre eles idosos e crianças. A coordenadora Analina Costa informou que foi montada uma força-tarefa da Prefeitura de Bragança para atender famílias desabrigadas e avaliar os danos. “Estamos monitorando o nível do rio e prestando apoio com abrigo, alimentação e assistência às famílias atingidas”, explicou.

O fim de semana foi de chuva intensa e muitos prejuízos no Pará. No nordeste do estado, o Rio Cereja transbordou em Bragança, alagando ruas, invadindo casas e isolando comunidades inteiras. No sudeste paraense, Marabá também enfrentou transtornos com alagamentos e pontos de bloqueio no trânsito após um temporal concentrado em poucas horas.

De acordo com a Defesa Civil, choveu cerca de 20% do volume esperado para todo o mês de fevereiro em apenas duas horas. A água invadiu casas, estacionamentos e vias da cidade, deixando moradores sem acesso a alguns bairros.

Em Marabá, o túnel de pedestres da rodovia BR-230 foi completamente tomado pela água e o acesso ao bairro Araguaia ficou comprometido. Na Folha 17, a enxurrada entrou pela tubulação e atingiu residências e garagens.

O aposentado Jairo Henrique contou que não estava em casa no momento da enchente. “Minha nora me ligou desesperada avisando que a água tinha invadido a casa. Corri pra ajudar, mas quando cheguei já estava tudo alagado”, relatou.

Em outro ponto da cidade, moradores registraram o aparecimento de uma sucuri em meio à inundação, o que aumentou ainda mais o medo dos vizinhos.

Entre as Folhas 22 e 27, um canal frequentemente obstruído por lixo jogado pela população transbordou novamente. O problema é antigo e, segundo moradores, a água acumulada representa risco de doenças e prejuízos constantes.

A situação também foi crítica em Bragança, pois o Rio Cereja não suportou o volume das chuvas e transbordou, deixando os bairros Aldeia e Padre Luís submersos.

As enchentes atingiram 9 mil pessoas na cidade, deixando 120 famílias desabrigadas. Um comitê de crise foi criado para monitorar a situação.

Caminhonetes e motocicletas tentavam atravessar ruas com água na altura das portas. Algumas famílias chegaram a suspender os móveis para evitar perdas, mas muitas ainda ficaram ilhadas dentro de casa.

De acordo com a Defesa Civil Municipal, equipes do Corpo de Bombeiros precisaram usar barcos para resgatar moradores, entre eles idosos e crianças. A coordenadora Analina Costa informou que foi montada uma força-tarefa da Prefeitura de Bragança para atender famílias desabrigadas e avaliar os danos. “Estamos monitorando o nível do rio e prestando apoio com abrigo, alimentação e assistência às famílias atingidas”, explicou.

Fonte: G1 Pará: Imagem: reprodução

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