domingo, janeiro 11, 2026
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Igreja do Evangelho Quadrangular inicia novo ciclo administrativo e reforça modelo de governança nacional em 2026

A Igreja do Evangelho Quadrangular – IEQ deu início, em 1º de janeiro de 2026, a um novo ciclo administrativo que marca uma das mais profundas transformações institucionais de sua história recente. A mudança consolida a reorganização estatutária aprovada em 2022 e encerra definitivamente um modelo baseado em eleições estaduais, substituído por um sistema de nomeações diretas conduzidas pelo Conselho Nacional de Diretores (CND).

O novo formato representa o amadurecimento institucional da denominação ao longo das últimas três décadas, período marcado pela liderança do pastor Mário de Oliveira, cuja gestão é amplamente reconhecida pela profissionalização administrativa, expansão territorial e fortalecimento jurídico da igreja em todo o país. Segundo a IEQ, o objetivo central da mudança é assegurar unidade doutrinária, estabilidade organizacional e proteção do patrimônio institucional.

Com o encerramento simultâneo de todos os mandatos estaduais em 31 de dezembro de 2025, a igreja garante que a transição ocorreu de forma uniforme e transparente em âmbito nacional. A partir de agora, os presidentes estaduais passam a ser escolhidos diretamente pelo CND, órgão responsável por avaliar critérios estratégicos, administrativos e espirituais para a definição das lideranças regionais.

A direção nacional destaca que a extinção das eleições não representa ruptura com a história da igreja, mas uma decisão soberana voltada à prevenção de conflitos internos e à consolidação de um modelo mais coeso de governança. “Trata-se de um passo natural dentro de um projeto institucional maduro”, avalia a cúpula da Igreja Quadrangular.

ESTADUAIS

Nos estados, o novo ciclo já se reflete em transições pontuais. Em Santa Catarina, por exemplo, encerrou-se o período administrativo do pastor Narciso Parisotto, cabendo agora ao Conselho Nacional deliberar sobre a continuidade ou renovação da liderança local. No Amazonas, a mudança ocorreu antes mesmo do prazo legal, após o pedido voluntário de desligamento do pastor Manuel Martins, em outubro de 2025, situação tratada pela igreja como parte normal do processo.

Para a IEQ, 2026 inaugura uma fase de continuidade e não de ruptura, reafirmando um projeto institucional sustentado por bases estatutárias sólidas e compromisso com sua missão religiosa em todo o território nacional.

Fonte e imagem: Agência Ronabar

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