O advogado goiano Matheus Menezes, de 25 anos, denunciou nas redes sociais ter sofrido discriminação após ser eliminado no Teste de Aptidão Física (TAF) do concurso para delegado da Polícia Civil de Minas Gerais.
De acordo com o candidato, a reprovação ocorreu após ele solicitar adaptação nas provas por possuir nanismo. Matheus afirma que conseguiu avançar em todas as etapas teóricas do processo seletivo, organizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), incluindo as provas objetiva, discursiva e oral.
Apesar do desempenho nas etapas anteriores, ele acabou eliminado na fase física, que exigia um salto mínimo de 1,65 metro na prova de impulsão horizontal.
O candidato afirma que solicitou oficialmente a adaptação antes da realização do teste físico, mas, segundo ele, não recebeu retorno sobre o pedido. Mesmo após a eliminação, Matheus declarou que pretende buscar medidas legais para questionar a decisão e que não pretende desistir do sonho de se tornar delegado.
O caso ganhou repercussão nas redes sociais e gerou debates sobre inclusão e acessibilidade para candidatos pessoas com deficiência (PCD) em concursos públicos.








