Estratégia criativa em busca de incentivar a educação transforma o hábito de crianças que frequentam o estabelecimento.
Em um mundo cada vez mais dominado por telas e estímulos imediatos, William Santos, dono de lan house encontrou uma “fase bônus” para a educação: ele decidiu que o acesso aos jogos eletrônicos agora tem um pedágio literário. A regra é simples e eficaz: para ganhar tempo livre no videogame, a criança precisa ler um livro por, no mínimo, 10 minutos.
A Moeda de Troca: Conhecimento
A ideia surgiu como uma forma de equilibrar o entretenimento digital com o desenvolvimento intelectual. Em vez de apenas cobrar pelo tempo de uso das máquinas, o proprietário percebeu que poderia usar o desejo das crianças pelo gaming como um combustível para a alfabetização e o prazer pela leitura.
Ao completar o tempo estipulado com um livro na mão, o “pequeno leitor” recebe como recompensa créditos para jogar seus títulos favoritos, sem custo adicional.
A iniciativa tem colhido frutos que vão além da economia para os pais, muitos jovens, que antes não tinham contato frequente com livros, passaram a descobrir novos mundos através das páginas antes de entrar nos mundos virtuais.
A regra ensina que o lazer é uma conquista que vem após o esforço e a dedicação.
A comunidade local abraçou a ideia, vendo o espaço não apenas como um local de lazer, mas como um aliado no incentivo escolar.
Um Exemplo de Criatividade Social
Enquanto muitas discussões focam nos impactos negativos do excesso de telas, este empreendedor mostra que é possível integrar o digital e o analógico de forma saudável. A “Lan House Literária” prova que, com uma pitada de criatividade e propósito, qualquer negócio pode ajudar a escrever um futuro melhor para as próximas gerações.
Foto: Reprodução







