Atriz reagiu com indignação ao anúncio feito pelo MDB-RJ e relembrou o histórico judicial do ex-namorado.
A atriz Luana Piovani não conteve a indignação ao comentar a oficialização da pré-candidatura de seu ex-namorado, Dado Dolabella, ao cargo de deputado federal pelo MDB-RJ. Através de suas redes sociais nesta quarta-feira (4), a artista classificou a situação como um reflexo das distorções do sistema político nacional e convocou o público a exercer o poder do voto com consciência.
“Não espero nada do Brasil”
Ao ser questionada por seguidores sobre o anúncio feito pelo político Washington Reis (presidente estadual do MDB), Piovani adotou um tom filosófico e crítico. Citando a canção “Pra não dizer que não falei das flores”, de Geraldo Vandré, ela enfatizou que a mudança depende da ação direta do cidadão nas urnas.
“O que eu espero do Brasil? Nada. A gente tem o governo que escolhe. Tem que aprender a votar. Esse aborto da natureza é candidato? É só não votar nele”, disparou a atriz.
Questionamentos Éticos e Jurídicos
Piovani foi além da opinião pessoal e levantou pontos sobre a elegibilidade de Dolabella, citando o acúmulo de processos criminais e condutas do ator.
“Como é que pode uma pessoa que tem processo criminal se candidatar a um cargo público? Uma pessoa que não paga pensão, um agressor, um ex-presidiário… Mas, no Brasil, tudo pode”, ironizou.
O Histórico sob os Holofotes
A reação de Luana encontra eco no histórico turbulento de Dado Dolabella com a justiça:
- Caso Piovani (2008): O ator foi denunciado pela própria Luana após agredi-la em uma boate.
- Caso Marcela Tomaszewski (2025): Recentemente, foi acusado de agressão por sua ex-namorada influenciadora (ele nega).
- Conflito Recente: O ator também se envolveu em uma confusão física com o cantor Luan Pereira nos bastidores da Dança dos Famosos, motivada por ciúmes de sua ex-parceira, Wanessa Camargo.
Cenário Eleitoral e Alianças
Apesar de o post de filiação ter sido deletado pelo MDB menos de 24 horas após a publicação, Dado Dolabella confirmou suas intenções políticas nesta quarta-feira. Em vídeo oficial, ele reafirmou sua pré-candidatura e declarou apoio explícito ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a Presidência da República em 2026, consolidando seu posicionamento à direita no espectro político.








