domingo, janeiro 11, 2026
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Viúvo de Brigitte Bardot diz que ela morreu em razão de câncer

Ícone cinematográfico mundial e incansável defensora dos animais, Brigitte Bardot, cujo funeral e enterro se realizaram nesta quarta-feira, 07, na cidade mediterrânea de Saint-Tropez, morreu em decorrência de um câncer, segundo revelou seu viúvo, Bernard d’Ormale.

No entanto, D’Ormale, que compartilhou a vida com a atriz durante as últimas três décadas, não especificou que tipo de câncer afligia Brigitte Bardot, que morreu em 28 de dezembro, aos 91 anos, após ser hospitalizada em duas ocasiões durante o outono europeu. Também conhecida pelas iniciais BB, a atriz já havia superado um câncer de mama na década de 80.

D’Ormale revelou que Bardot quis terminar seus dias em La Madrague, sua casa em Saint-Tropez, embora ali a situação para seus cuidados fosse “mais complicada, sobretudo devido à persistente dor nas costas que lhe causava sofrimento e exaustão”, e que a deixava “desconfortável, mesmo estando acamada”. Segundo seu viúvo, ela esteve “consciente e preocupada com o bem-estar dos animais até o fim”.

Familiares e amigos darão nesta quarta o último adeus a Bardot com um funeral e enterro íntimos e simples em Saint-Tropez, a localidade da Costa Azul francesa na qual residiu a maior parte de sua vida. O funeral ocorrerá na pequena igreja de Notre-Dame de l’Assomption, em uma cerimônia privada acessível apenas com convite e à qual está prevista a presença apenas de parentes e amigos próximos.

Posteriormente, ela será sepultada no cemitério marinho de Saint-Tropez, sob a cidadela e de frente para o Mediterrâneo, onde também repousam seus pais e seu primeiro marido, Roger Vadim, o diretor de E Deus… Criou a Mulher (1956), filme que, quando ela tinha apenas 22 anos, a catapultou ao estrelato e a consagrou como mito ao lado de ícones como Marilyn Monroe e Sophia Loren.

D’Ormale explicou, na entrevista, o motivo pelo qual Bardot será enterrada no cemitério marinho de Saint-Tropez, apesar de ter expressado repetidas vezes o desejo de ser sepultada em La Madrague.

– Há alguns anos, ela percebeu que não seria viável para a prefeitura. Imaginem as procissões de turistas se amontoando no estreito caminho do litoral [que dá acesso à casa]. Brigitte resignou-se a abandonar os trâmites, aceitando a ideia de se unir ao panteão onde estão seus pais, a quem adorava, no cemitério marinho – relatou D’Ormale.

Moradores e visitantes poderão acompanhar o funeral e o enterro pelo porto e pela praça de las Lices, no centro da cidade, onde foram instalados telões. No fim da tarde, haverá uma homenagem pública no “prado dos pescadores”, uma encosta verde entre a vila e o cemitério.

Fonte e imagem: Portal Pleno.News com Agência EFE

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