Com métrica veloz do funk 150 BPM, cantora exibe dicção impecável em faixa que exalta a resistência indígena.
Anitta voltou a movimentar as redes sociais e a impressionar os fãs com seu talento vocal. Desta vez, a cantora chamou a atenção ao interpretar a faixa “Okê”, mostrando que está com a memória afiada e uma dicção impecável para encarar a métrica veloz da canção, que exige técnica e fôlego.
Lançada pela Universal Music, a faixa se destaca por unir tradição, referências ancestrais e uma estética sonora envolvente. Segundo o produtor musical Carlos do Complexo, a composição propõe uma celebração da força e da resistência dos povos indígenas, construindo uma sonoridade dançante que mescla o ritmo acelerado do funk 150 BPM com elementos da música eletrônica.
A letra traz uma mensagem potente ao citar diferentes povos originários e reforçar imagens de ligação direta com a mata, a espiritualidade e a sobrevivência. O próprio título carrega um forte simbolismo espiritual: “Okê” é a tradicional saudação aos caboclos e encantados das matas.
Encontro de culturas e tecnologia
Para além da sonoridade inovadora, a obra propõe um encontro visual e conceitual entre a natureza, a tecnologia e a diversidade cultural.
A faixa conta ainda com colaborações de peso para fortalecer a mensagem: o grupo Brô MC’s, pioneiro no rap Guarani e Kaiowá, e a cantora e ativista indígena Katu Mirim. O resultado é uma fusão marcante que exalta as raízes do Brasil sem perder o apelo urbano e moderno.





