Por Arnaldo Silva da Rosa
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“Até breve”, disse ele, entristecido.
“Perdoa-me por partir tão de repente;
Embora eu fique um pouco ausente,
Retornarei, pois não te hei esquecido.
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Há caminhos que nos levam pela vida,
E o destino, às vezes, nos separa;
Mas nossa história não será perdida,
Pois em nós a chama do amor se ampara”.
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Ela respondeu: “Até, meu adorado amor!
Quando voltares, estarei à tua espera,
Guardando em meu peito o teu calor.
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E, enquanto a tua ausência me dilacera,
Creio que o nosso amor vencerá a dor,
E em teus braços renascerá a primavera.”
*Autor é Consultor Jurídico estadual, advogado, poeta, escritor com livros publicados, membro efetivo da Academia de Letras de Belém-PA, titular da cadeira 20






