Imagens de fiscalizações ambientais viralizam e expõem prejuízo milionário imposto aos infratores.
A destruição de equipamentos no local do crime se consolida como a principal estratégia do governo federal para inviabilizar a logística do garimpo ilegal na Amazônia. Imagens de dragas e embarcações em chamas durante ações de fiscalização ganharam grande repercussão, colocando o nome do Ibama entre os assuntos mais comentados na internet.
A queima das estruturas visa impedir que retroescavadeiras, balsas e motores sejam reabocanhados por redes criminosas. Exemplo disso foi a Operação Xapiri Mebêngôkré, realizada no Pará em junho, que gerou prejuízos de mais de R$ 33 milhões aos infratores. Ações semelhantes, como as operações Nêmesis (RO) e Hidra Dourada (AM), retiraram de circulação dezenas de estruturas clandestinas na bacia do Rio Madeira.
Segundo dados do Relatório de Gestão de 2025, o Ibama promoveu mais de 22,3 mil ações de fiscalização no país, emitindo cerca de 14,6 mil autos de infração que somam mais de R$ 3,68 bilhões em multas aplicadas contra crimes ambientais.








