A apresentadora e jornalista Astrid Fontenelle teve o telefone celular furtado enquanto circulava pela Praça da República, um dos cartões-postais mais conhecidos da cidade, localizado no centro histórico de Belém. O episódio lamentável se registrou ontem, domingo, 25.
O caso ocorreu durante a permanência da apresentadora no espaço, bastante frequentado por moradores, turistas, artistas e vendedores ambulantes. Segundo informações, o furto aconteceu de forma rápida, sem violência, no clássico modo “mão leve”, prática recorrente na região e já denunciada por frequentadores habituais da praça.
Astrid Fontenelle, figura conhecida nacionalmente e com forte presença nas redes sociais, relatou o ocorrido pouco tempo depois, chamando atenção para a vulnerabilidade até mesmo de pessoas públicas em locais teoricamente monitorados. O episódio gerou ampla repercussão e reacendeu o debate sobre a falta de segurança em pontos turísticos e culturais de Belém.
A Praça da República, onde funcionam o Theatro da Paz e a Feira da Praça aos domingos, é historicamente um espaço simbólico da cidade. No entanto, apesar da movimentação intensa, o local tem sido alvo constante de furtos, especialmente de celulares, bolsas e carteiras, segundo relatos de vítimas.
Moradores e comerciantes cobram ações mais efetivas do poder público, como reforço no policiamento, presença ostensiva da Guarda Municipal e uso de câmeras de monitoramento em tempo real. Para muitos, o caso envolvendo a apresentadora apenas deu visibilidade a uma realidade enfrentada diariamente pela população.
Até o momento, não há informações oficiais sobre a recuperação do aparelho ou identificação do autor do furto. O caso deve ser registrado junto às autoridades policiais para investigação.
O portal Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ segue acompanhando o desdobramento do episódio e reforça o alerta para que cidadãos e visitantes redobrem a atenção ao transitar por áreas de grande circulação em Belém.
SEGURANÇA
A Guarda Municipal e a Polícia Militar mantém policiamento e rondas ao longo do logradouro, no entanto, a ação dos chamados “descuidistas” é rápida e as pessoas devem sempre se precaver. A orientação é não reagir e comunicar todos os casos imediatamente para que ações mais eficazes possam ser implementadas ainda dentro do tempo de flagrante.
Da Redação do Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ








