sexta-feira, maio 15, 2026
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Centro Cultural Banco da Amazônia convida público a transformar memórias e afetos em arte

Oficina “Livro sanfonado: narrativas afetivas e cotidianas”, marcada para o próximo dia 17 de maio, propõe experiência criativa inspirada na obra da artista paraense Elisa Arruda

A exposição “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense (1959-2026)” oferece mais uma oportunidade de interação entre arte, educação e público com a realização da oficina “Livro sanfonado: narrativas afetivas e cotidianas”, marcada para o próximo domingo, 17, às 10h, no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém. A atividade é gratuita, aberta para todas as idades e contará com 25 vagas limitadas.

Inspirada na obra “Matissianas”, da artista visual paraense Elisa Arruda, a oficina propõe ao público a criação de livros sanfonados a partir de experiências pessoais, afetos, memórias e reflexões sobre o cotidiano. O formato artesanal do livro em papel, explorado pela artista em sua produção, será o ponto de partida para um processo criativo coletivo e participativo.

Durante a atividade, os participantes serão convidados não apenas à prática artística, mas também à apreciação da obra, troca de opiniões e à reflexão sobre processos criativos contemporâneos.

A oficina será ministrada pelo arte-educador Emerson Caldas e integra a programação educativa da exposição “Trajetórias – Arte Contemporânea Paraense”, uma das mostras selecionadas no I Edital de Ocupação do Centro Cultural Banco da Amazônia 2026/2027. A exposição reúne obras de mais de 130 artistas e ocupa dois andares do Centro, na capital paraense, com curadoria de Vânia Leal e trabalhos pertencentes à Coleção de Eduardo Vasconcelos.

Desde sua abertura, a exposição também vem promovendo atividades formativas e educativas paralelas, fortalecendo o intercâmbio entre artistas e visitantes.

Sobre Elisa Arruda – Mestre em Arquitetura e Urbanismo pela FAUUSP (2017), atualmente vive e trabalha entre Belém e São Paulo. Seu trabalho é representado pela galeria B arco (SP). O interesse poético de Elisa tem como centro a condição da mulher, isto é, os relevos e camadas de tempo que a vida e seus atravessamentos acrescentam ao corpo feminino. Os temas ligados à memória, laços de afeto, rupturas, maternidade, à vida cotidiana e ao amadurecimento estão subscritos em suas obras. Foi premiada por editais de instituições de arte de todo o Brasil, tais como o Prêmio Marcello Grassmann – Artes Gráficas (2021), o Edital de Pautas do Espaço Cultural do Banco da Amazônia (2021), o Salão Sacilotto (2020), o Salão de Itajaí (2018) e a Bolsa de Pesquisa e Experimentação da Casa das Artes do Pará (2017).

Sobre Emerson Caldas — Cientista Social formado pela UEPA e mestrando em Artes no PPGArtes — UFPA. Pesquisa na área de Artes e Antropologia. Possui atuação como curador, pesquisador, escritor e arte-educador. Autor do livro Complexo horizonte da atmosfera negra. Investiga a produção de arte contemporânea, imagens e representações sobre o território amazônico a partir da produção artística negra e indígena em contexto urbano. Integrante da Sala Tatá Kinamboji de Arte e Cultura Afro-Amazônica, do Centro de Estudos e Defesa do Negro só Pará e do Coletivo Ilustra Pretice.

SERVIÇO

Oficina “Livro sanfonado: narrativas afetivas e cotidianas”
Data: 17 de maio de 2026 (domingo)
Horário: 10h
Local: Centro Cultural Banco da Amazônia, na avenida Presidente Vargas, 800, Belém/PA
Vagas: 25
Classificação: livre
Entrada gratuita. Inscrições pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeUQyy1rsxU28kDSogo8dXG1srYAPOjQJumyaGyUi6tJE-wlg/viewform?usp=publish-editor

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