Vídeo mostra momento em que o homem é confrontado por pessoas que presenciaram o ataque ao idoso no início da semana.
Imagens que circulam nas redes sociais revelam que o homem suspeito de agredir um idoso no Terminal Rodoviário de Belém foi alvo de retaliação popular antes de ser preso. Após o ataque à vítima, o agressor tentou fugir, mas foi interceptado e agredido fisicamente por testemunhas que presenciaram a cena. No vídeo, ele aparece com as vestes rasgadas antes de ser entregue às autoridades e conduzido a uma unidade da Polícia Civil.
Em nota oficial, a Sinart, concessionária que administra o terminal, classificou o caso ocorrido na última segunda-feira (5) como um episódio isolado. Segundo a empresa, a confusão começou após os dois passageiros se esbarrarem acidentalmente. A administradora destacou que o homem reagiu de forma injustificável e “agrediu de maneira covarde um senhor”, agindo sem qualquer motivação aparente que explicasse a violência.
A Sinart reforçou que o agressor foi detido imediatamente no local e que todas as medidas de suporte à vítima foram tomadas com agilidade. A empresa lamentou o ocorrido e expressou solidariedade aos familiares do idoso, enfatizando que o incidente não decorreu de falhas na segurança, mas sim de uma atitude irracional e imprevisível de um usuário, que foge aos protocolos de controle preventivo.
A administradora reiterou seu compromisso com a integridade dos passageiros e afirmou estar à disposição das autoridades. Paralelamente, a Polícia Civil confirmou que o autor do crime foi preso em flagrante pela Polícia Militar e apresentado na Delegacia de Proteção à Pessoa Idosa (DPPID). Enquanto a vítima recebia atendimento médico, testemunhas foram convocadas para prestar depoimentos que auxiliem na conclusão do inquérito.
Apesar das agressões sofridas durante a contenção popular, o autor do crime não teve ferimentos graves e também passou por avaliação médica. Ele foi autuado em flagrante na unidade especializada, mas, após o pagamento de fiança, foi colocado em liberdade. O investigado agora deve responder ao processo judicial em liberdade, conforme determinado pelos trâmites legais.








