Premiação homenageia o pioneirismo de Felipe Patroni e reúne grandes nomes da comunicação para celebrar o passado e o futuro do jornalismo nortista.
O jornalismo nortista vive um momento de reverência às suas raízes. A celebração dos 200 anos da imprensa na região marca não apenas a passagem do tempo, mas o reconhecimento de uma luta que começou no antigo Estado do Grão-Pará — território vasto que abraçava o que hoje conhecemos como Pará, Amapá, Amazonas e parte do Maranhão.
A premiação promete ser um encontro de gerações, unindo o passado de luta pela liberdade de imprensa com o futuro da comunicação multimídia. É o momento de lembrar que, sem a coragem de ontem, não teríamos a voz de hoje.
Para celebrar este bicentenário, o evento contará com a presença de autoridades e figuras renomadas da comunicação atual.O evento acontecerá nesta sexta-feira (6), ás 9h da manhã, na Assembleia legislativa do Estado do Pará.
O Legado de Felipe Patroni
Falar de comunicação na Amazônia é honrar o heroísmo de Felipe Patroni. O pioneiro e primeiro jornalista da região fundou o jornal “O Paraense”, o primeiro a circular em nossas terras. Patroni não foi apenas um comunicador; foi um guerreiro pela liberdade de expressão no período colonial. Em uma época de censura, ele teve a bravura de expor as desigualdades sociais e lutar pela independência do Brasil sob o reinado de Dom Pedro II.
Grupo Marajoara: 72 Anos de História e Protagonismo
Somando-se às celebrações do bicentenário da imprensa, o Grupo Marajoara vive um momento de dupla alegria: nesta sexta-feira (6), a organização completa 72 anos de dedicação ao povo paraense. Para selar este compromisso com a notícia e o desenvolvimento regional, a alta diretoria prestigiará o evento, liderada pelo presidente Carlos Santos, acompanhado pela diretora financeira, Aline Santos, e pelo diretor do grupo, Leandro Monteiro.

A força e a credibilidade do jornalismo atual da emissora serão representadas pelos apresentadores Junior Campos, Jimmy Night, Valdo Souza e Marina Moreira. Juntos, eles simbolizam a continuidade do legado de vigilância e serviço social iniciado por Patroni, mantendo viva a chama da informação que move a nossa região.

Crédito: Balthazar Costa (AID/ALEPA)








