Um vazamento de água registrado na confluência da Rua João Alfredo com a Avenida Portugal, no bairro da Campina, no coração do centro comercial de Belém, tem provocado transtornos diários a quem circula pela área. O problema, que já se arrasta há dias, afeta diretamente transeuntes, lojistas e trabalhadores informais que dependem do intenso fluxo de pessoas no local.
Considerada uma das regiões mais movimentadas da capital paraense, a área concentra estabelecimentos comerciais tradicionais, além de ser rota de passagem para consumidores e trabalhadores. No entanto, o acúmulo constante de água na via tem dificultado a circulação e levantado preocupações quanto à segurança e à higiene.
Diante da situação, o comunicador Carlos Santos, CEO do Grupo Marajoara de Comunicação, esteve pessoalmente no local para verificar de perto o problema. Atuando também como radialista, ele conversou com diversos frequentadores da área, que relataram os impactos do vazamento no dia a dia.
“Isso aqui atrapalha muito. A gente precisa desviar, acaba molhando mercadoria, e ninguém aparece para resolver”, afirmou um lojista que preferiu não se identificar. Já ambulantes destacam que o problema reduz o movimento e prejudica as vendas, especialmente em horários de maior circulação.
Além dos prejuízos econômicos, há ainda o risco de acidentes. Com o piso constantemente molhado, pedestres relatam medo de escorregões, sobretudo entre idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Em dias de maior fluxo, a situação se agrava, exigindo atenção redobrada de quem passa pelo trecho.
Outro ponto levantado por quem trabalha na área é a falta de resposta rápida por parte dos órgãos responsáveis. Segundo relatos, o vazamento já foi comunicado, mas até o momento nenhuma solução definitiva foi apresentada.
A presença de água acumulada também levanta preocupações sanitárias, especialmente em uma região que abriga comércio de alimentos e recebe grande circulação de pessoas diariamente.
Procurados, órgãos responsáveis pelo abastecimento e manutenção da rede, como a empresa Águas do Pará, ainda não haviam se manifestado até o fechamento desta reportagem. A expectativa de comerciantes e trabalhadores é que uma ação emergencial seja realizada para conter o vazamento e evitar que os prejuízos aumentem.
Enquanto isso, quem depende do movimento intenso da Campina segue convivendo com o problema, cobrando providências urgentes para que uma das áreas mais importantes do comércio de Belém volte à normalidade.
Da Redação do Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ/Imagem ilustrativa: Reprodução/DOL






