A programação do evento é composta por apresentação de trabalhos, palestras e painéis
A UNAMA – Universidade da Amazônia realiza, por meio do curso de Relações Internacionais, o 5⁰ Fórum de Comércio Exterior (COMEX), em Belém. O evento acontece nos dias 11 e 12 de junho, reunindo pesquisadores e comunidade acadêmica para discutir o futuro e desenvolvimento global. A programação é aberta ao público e acontece no campus Alcindo Cacela.
Com o tema “COMEX 4.0: A geopolítica e o futuro da economia internacional na era digital”, o objetivo do evento é aprofundar conhecimentos sobre as novas tecnologias, avaliando contribuição, impacto, desafios e utilidade para o Comércio Exterior. A organização do Fórum é dos alunos do 5º semestre de Relações Internacionais, orientados pelo professor Eduardo Oliveira.
As atividades iniciam na quinta-feira (11), a partir das 15h, com o I Simpósio de COMEX. Pesquisas e artigos científicos obedecem a três eixos temáticos e são apresentados em diferentes salas, de acordo com cada assunto. Confira: Segurança Internacional (sala D-205); Novas Tecnologias (sala D-206); e Economia Digital (sala D-207).
Mais tarde, acontece a cerimônia de abertura, às 19h, no auditório B-100 (1º andar). Na ocasião, duas palestras magnas são ministradas. Os temas são “O dilema da sustentabilidade no Comércio Exterior – O novo protecionismo técnico na cadeia de suprimentos internacional” e “A reconfiguração da economia política internacional na era do COMEX 4.0”. Os debates são, respectivamente, comandados pela pesquisadora Dra. Kyânia Granhen e por Mário Tito Almeida.
Já no segundo dia, 12 de junho, o Fórum começa às 9h. A programação contém diversos painéis, como o mercado de metais e alta tecnologia; conflitos internacionais; o novo perfil profissional de analistas de Comércio Exterior; e os desafios de padronização e integração digital, voltado à Mercosul e União Europeia.
De acordo com o professor Eduardo Oliveira, o Fórum de Comércio Exterior é concentrado em discussões que coexistem nas Relações Internacionais. “É preciso entender os conflitos geopolíticos do mercado, a diplomacia corporativa e, principalmente, as novas tendências globais que moldam o fluxo econômico. Esses eixos ampliam o aprendizado dos alunos no campo profissional do internacionalista, como também na análise de mercado e comércio”, finaliza.









