A diretoria do Paysandu não aceitou que a família do saudoso jornalista Carlos Augusto Serra Mendes depositasse, no gramado da Curuzu, as cinzas do profissional que foi ícone do jornalismo paraense, especialmente na defesa da Amazônia. O jornalista, que tinha simpatia pela ufologia, faleceu no mês passado. Suas cinzas acabaram sendo colocadas na Praia da Baía do Sol, em Mosqueiro, local que ele também gostava muito.









