O humorista Fábio Porchat agitou as redes sociais ao publicar um vídeo debochando do curso “O Farol e a Forja”, lançado recentemente pelo ator Juliano Cazarré. Encarnando seu conhecido personagem Mauro César, um suposto gestor de crises de celebridades, Porchat satirizou a proposta do projeto e o movimento dos “Legendários”, fingindo estar em um retiro com “40 rapazes do interior de São Paulo” para aprender a “ser homem” com o que chamou de “Trump brasileiro”.
Durante a gravação, o comediante brincou que o curso serve para resgatar o “macho alfa” e o “enrustido raiz”, sugerindo que esse perfil de homem não quer sair do armário, mas sim reformá-lo com adega, TV de LED e frigobar. Ironizando a programação, Porchat sugeriu palestras absurdas, como um café da manhã com o “Calvo do Campari” sobre o tratamento das mulheres e uma palestra afirmando que a verdadeira violência doméstica seria assistir ao desenho Peppa Pig com os filhos.
Em um tom ainda mais ácido, o humorista ironizou as atividades físicas em montanhas, citando que tais retiros lhe dariam “gatilho” por traumas em relacionamentos passados. Ele aproveitou para oferecer seu próprio curso fictício sobre as transformações da meia-idade, mencionando de forma cômica as mudanças físicas indesejadas e a perda de vigor, comparando a performance masculina ao “pau Neymar”: um atleta que vive das glórias do passado, está sempre contundido e só funciona sob convocação da “tadalafila”.
Ao finalizar a sátira, Porchat não poupou o nome escolhido para o curso, “O Farol e a Forja”. Com seu humor característico, ele afirmou que o nome é genial porque a palavra “Forja” atrai homens que têm pavor de terapia, mas que estão dispostos a fazer um Pix imediato ao ouvir termos que soem mais “rústicos”. O vídeo rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados, dividindo opiniões entre os seguidores dos dois artistas.









