Vídeo que circula nas redes sociais mostra desespero de mãe e filha; Vigilância Sanitária deve apurar condições de higiene do estabelecimento.
Uma criança passou mal na noite de quarta-feira (28), no distrito de Mosqueiro, em Belém, após o consumo de um açaí que, segundo denúncia da família, conteria uma suposta lesma. O episódio provocou momentos de tensão entre os familiares e levantou questionamentos imediatos sobre o rigor das condições sanitárias nos pontos de venda de alimentos na ilha.
Conforme o relato dos responsáveis, a menina já havia tomado parte da refeição quando teria notado a presença do molusco no recipiente; em choque com a situação, a criança saiu correndo e chorando, chegando a apresentar mal-estar físico enquanto recebia o amparo da mãe. O produto teria sido adquirido em um estabelecimento local, cujo nome foi apontado pelos denunciantes que agora cobram uma inspeção rigorosa dos órgãos competentes.
Até o fechamento desta edição, não foram divulgadas atualizações oficiais sobre o quadro clínico da menina, nem se houve qualquer medida administrativa de interdição contra o local citado. O caso ganhou ampla visibilidade após a publicação de um vídeo na internet, gerando uma onda de indignação entre internautas que exigem a apuração imediata dos fatos pela Vigilância Sanitária.
A repercussão digital trouxe à tona críticas severas sobre a falta de higiene e o desrespeito ao consumidor, com muitos usuários relatando insegurança ao consumir o fruto fora de casa. Diversos comentários ressaltaram que episódios como este ferem a confiança da população em um dos alimentos mais tradicionais da culinária paraense, exigindo fiscalizações mais frequentes e eficazes.
Além das cobranças por punição, o caso gerou mensagens de apoio à família e debates técnicos sobre os riscos biológicos da manipulação inadequada do açaí. A situação reacende o debate sobre a segurança alimentar no Pará, reforçando a necessidade de os batedores e estabelecimentos seguirem à risca os protocolos de higienização para evitar contaminações e proteger a saúde pública.










