Licenciamento em atraso é a infração mais recorrente, além de condutores trafegando sem o documento de habilitação e capacete
Por Leidemar Oliveira (DETRAN)
Transitar com o veículo não licenciado, sem habilitação e não usando capacete são infrações gravíssimas. Para coibir essas práticas em Curuçá, no nordeste paraense, e em outros municípios da região, o Departamento de Trânsito do Estado (Detran) reforçou a fiscalização diária.
As barreiras são montadas na Rodovia PA-136, com o apoio da Polícia Militar, para combater atitudes que possam colocar a segurança viária em risco, comprometendo a diversão de quem chega à região para aproveitar o Carnaval.

Curuçá está entre os destinos mais procurados pelos foliões no nordeste paraense. Com tantos veículos circulando pela sede municipal, é preciso reforçar a fiscalização para evitar excessos, especialmente com alcoolemia (condução sob efeito de bebida alcoólica) no trânsito.
Baixa incidência – Apesar do cenário festivo, a fiscalização do Departamento de Trânsito (Detran) vem registrando poucos casos de condutores sob influência de bebida alcoólica. Em média, 120 testes com etilômetro são realizados por dia na barreira, mas até o momento a embriaguez ao volante não chega a 1%.
No último sábado (14), um condutor que se deslocava para a cidade foi flagrado dirigindo alcoolizado e com a carroceria da caminhonete com mais de 10 pessoas, o que é proibido pelo Código de Trânsito Brasileiro.

A agente Maria da Paixão explicou que a maioria das infrações registradas refere-se a condutores sem habilitação e capacete, e veículos com licenciamento em atraso. “Percebemos que é uma prática mais comum entre os moradores da região, enquanto que entre os turistas quase não há registros de irregularidades. Para quem desejar regularizar o licenciamento damos a opção de fazer ainda no local, para que todos possam seguir ao seu destino sem maiores transtornos”, informou.
Em Curuçá, o Detran prossegue na Operação Carnaval até a próxima quarta-feira (18). Neste ano, o órgão de trânsito está presente em mais de 20 rodovias estaduais, nas quais a movimentação de veículos é mais intensa e suscetível a sinistros. Não há registros de acidentes graves até o momento.
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