Atriz criticou tutora de pastor-alemão sem coleira e usou termo polêmico para se referir aos portugueses.
Um desentendimento entre Luana Piovani e uma moradora local durante um passeio com seu cachorro em Cascais, Portugal, ganhou grande repercussão na imprensa e na televisão portuguesa. A controvérsia começou após a atriz brasileira abordar uma tutora que caminhava com um pastor-alemão sem coleira e publicar o registro da discussão nas redes sociais.
No vídeo compartilhado, Luana questionou a conduta da mulher, alertando sobre os riscos e a obrigatoriedade do uso do equipamento: “Querida, muito absurdo você andar com um pastor alemão sem trela. É absurdo. Não é normal. Primeiro, que é lei. Segundo, que eu tenho uma cachorra e eu fico insegura”. Diante da resposta da tutora de que o animal não oferecia perigo, a atriz rebateu: “Mas quem diz isso é você”, completando em seguida: “Você está errada. No seu próprio país está fazendo coisa errada”.
Repercussão e Críticas na Televisão
A polêmica ganhou proporções maiores por causa da legenda utilizada por Luana no Instagram, onde classificou a atitude como o “puro suco da estupidez portuguesa”. A generalização levou o caso ao programa Passadeira Vermelha, do canal SIC Caras, onde os comentaristas repudiaram a declaração e questionaram a permanência da artista no país europeu.
| Integrante do Programa | Declaração / Posição |
| David Motta (Comentarista) | “É puro suco de estupidez da Piovani. Não sei o que ela está aqui a fazer [em Portugal].” |
| Liliana Campos (Apresentadora) | “Ela está em Portugal, a falar mal dos portugueses. Se está mal, mude-se. No Brasil ela não é tão feliz?” |
| Filipa Torrinha Nunes (Comentarista) | “Eu estou muito chocada […]. É grave. A Luana está a generalizar aquilo que são os portugueses. É preconceito, é discriminação.” |
Conflito de Opiniões
Embora a abordagem inicial da atriz cobrasse o cumprimento das leis de trânsito e segurança para animais de estimação na cidade, o desabafo generalizado sobre a população local mudou o foco do debate, transformando um desacordo interpessoal em uma discussão pública sobre discriminação e convivência no país.
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