O Paysandu protagonizou uma das maiores noites de sua história neste domingo, 07, no Estádio Olímpico do Pará Jornalista Edgar Proença, o Novo Mangueirão, em Belém. Diante de mais de 40 mil torcedores, o Papão da Curuzu não apenas reverteu a derrota por 3 a 1 sofrida em Goiânia, como atropelou o Anápolis com uma goleada por 4 a 0, garantindo o hexacampeonato da Copa Verde em uma atuação irretocável do início ao fim.
O jogo teve a cobertura lance a lance da equipe dos titulares do esporte da Grupo Marajoara, em cadeia com a Rede Marajoara de Comunicação, Rádio Metropolitana FM 100.5 e o portal do Jornal A Província do Pará On-Line, patrocínio do sempre Avistão, 54 anos vendendo barato na esquina da economia Rua Manoel Barata com Padre Eutíquio no centro comercial de Belém do Pará, vendendo Móveis e Colchões em até 10X sem entrada, com entrega e montagem grátis.
O ambiente antes mesmo do apito inicial já indicava que algo diferente estava por acontecer. A Fiel Bicolor transformou o Mangueirão em um caldeirão, com mosaicos, bandeiras e um coro incessante que empurrou o time desde o primeiro minuto. Em campo, o Paysandu respondeu à altura: marcação alta, intensidade nas divididas e transições rápidas pelas laterais.

PRIMEIRO TEMPO
Logo aos 8 minutos, o primeiro grande aviso. Após roubada de bola no meio, a jogada foi construída pela direita, com cruzamento fechado que atravessou a pequena área, assustando a defesa goiana. Aos 15, veio nova chance: chute de fora da área obrigando o goleiro a fazer defesa difícil, levantando ainda mais a torcida.

PLACAR ABERTO
O gol que abriu caminho para a virada começou a ser desenhado na insistência. Aos 40 minutos do primeiro tempo, após escanteio cobrado na área, a bola sobrou em meio ao bate-rebate. Kleiton, atento, dominou e finalizou firme, sem chances para o goleiro: 1 a 0. O Mangueirão explodiu. Era o gol que reacendia completamente o sonho.

SEGUNDO TEMPO
Na volta do intervalo, o Paysandu não diminuiu o ritmo — pelo contrário. Logo aos 6 minutos, uma jogada trabalhada desde a defesa terminou em troca de passes rápidos até a bola chegar em Castro. O atacante bateu cruzado, rasteiro, no canto: 2 a 0. O placar agregado estava igualado e o estádio virou um verdadeiro vulcão.
O Anápolis tentou reagir, mas encontrou um Paysandu compacto, com linhas bem ajustadas e intensidade na recomposição. Sempre que recuperava a bola, o time paraense acelerava, explorando os espaços deixados pelo adversário.
O momento decisivo veio na reta final. Aos 45 minutos, após jogada pela esquerda e cruzamento na medida, Ítalo apareceu livre entre os zagueiros para cabecear firme e marcar o terceiro. Era a virada no confronto. A torcida já comemorava o título quando, nos acréscimos, em contra-ataque fulminante, Ítalo recebeu em profundidade, driblou o goleiro e empurrou para o gol vazio: 4 a 0.
O apito final foi apenas formalidade diante de uma atuação histórica. O Paysandu não só conquistou mais um título, mas reafirmou sua identidade: raça, entrega e uma conexão única com sua torcida. O hexacampeonato da Copa Verde entra para a galeria de conquistas como uma das mais emblemáticas da trajetória bicolor.
Por NAZARÉ SARMENTO/Edição: Roberto Barbosa/Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ/Imagens Jorge Luís Totti/Agência Paysandu










