Artista de palco, professora universitária, militante das causas negras, Zélia Amador de Deus nos deixou, mas ajudou a transformar o mundo em que viveu, através de lutas sociais pela igualdade racial e social. Nascida no Marajó, em comunidade quilombola, Zélia alcançou muitos feitos como vice-reitora da UFPA, grande pesquisadora de nossa história e uma das fundadoras do Centro de Estudo e Defesa do Negro, Cedenpa, destacando-se na luta contra o racismo.
. Zélia era, além de tudo, bem humorada, amiga prestativa e leal sempre com uma palavra de conforto e amizade. Tomada por um câncer, a UFPA lhe homenageou há dias com o plantio de um baobá, uma árvore frondosa dos trópicos, com grande envergadura e vida longa e produtiva, como foi a dela.







