Debate sobre obesidade vira ataque pessoal após influenciador dizer que “ser gordo não é bonito” e modelo rebater citando plásticas do famoso.
O clima pesou e o debate sobre estética virou um verdadeiro campo de batalha na noite de quarta-feira (13). No palco do SuperPop, sob o comando de Cariúcha, o influenciador Rico Melquiades e a modelo plus size Mayara Russi protagonizaram um dos momentos mais tensos da TV recente, provando que, quando o assunto é o corpo do outro, a linha entre opinião e ofensa é mais tênue do que se imagina.
A discussão, que deveria girar em torno de saúde e emagrecimento, rapidamente descambou para ataques pessoais que paralisaram a plateia e incendiaram as redes sociais.
O Estopim: “Ser gordo não é bonito”
Tudo começou quando Rico deu sua opinião — sem filtros — sobre a obesidade. O influenciador afirmou categoricamente que pessoas gordas desejariam emagrecer “no fundo” e disparou que “ser gordo não é bonito”, usando o uso de canetas emagrecedoras como parte de seu argumento.
A Réplica e o Modo Incêndio
Mayara Russi não deixou a generalização passar batida. A atriz rebateu a fala de Rico, defendendo que cada indivíduo possui uma relação única com sua saúde e estética. No entanto, o embate atingiu o ponto de não retorno quando Mayara decidiu tocar nas intervenções estéticas do próprio Rico:
“Você fala que ser gordo não é bonito. Você faz 30 mil procedimentos estéticos e continua feio”, disparou a modelo, deixando a apresentadora e o público em choque.
Rico, conhecido por não fugir de confrontos, devolveu na mesma moeda com uma frase que dividiu opiniões na internet: “Mas tô magro e você tá aí, não tá conseguindo nem caber na cadeira”.
Repercussão nas Redes
A troca de farpas foi parar direto nos tópicos mais comentados do X (antigo Twitter). De um lado, internautas classificaram as falas de Rico como gordofóbicas e ofensivas. De outro, houve quem defendesse que Mayara apenas reagiu à altura das provocações iniciais do influenciador.
A Lição que Fica
Entre lacradas e sustos, o episódio deixa uma reflexão necessária para os tempos de exposição máxima: corpo alheio não é palco para grosseria. Quando o debate abandona a saúde para focar no ataque pessoal, ninguém sai vencedor, e o que sobra é apenas o ruído de uma discussão que esqueceu o respeito básico.













