Candidato do PDT, natural de Augusto Corrêa, tem experiência na administração pública de Belém e disputa pela primeira vez uma cadeira na Alepa
A eleição para a Assembleia Legislativa do Pará terá entre seus candidatos um nome que chega à disputa com experiência na área de desenvolvimento urbano e passagem pela administração pública de Belém. É o engenheiro civil Luís Rodrigo Neves Teixeira, que concorre nas urnas como Rodrigo Cunha, pelo PDT, com o número 12.345.
Natural de Augusto Corrêa, no nordeste paraense, Rodrigo tem 36 anos e declarou ao Tribunal Superior Eleitoral formação superior e profissão de engenheiro. O registro de sua candidatura consta como deferido nas informações eleitorais mais recentes.
Sua trajetória profissional inclui atuação na Companhia de Desenvolvimento e Administração da Área Metropolitana de Belém (CODEM). Em 2023, Rodrigo ocupava a vice-presidência da companhia, integrando a diretoria responsável por iniciativas ligadas ao desenvolvimento da capital paraense.
Na CODEM, participou de discussões e ações relacionadas a temas como desenvolvimento urbano, regularização fundiária, geração de renda e valorização da gastronomia paraense. Em 2023, por exemplo, esteve entre os representantes de Belém em uma agenda internacional sobre gastronomia promovida no âmbito da Unesco, em Macau, na China.
Em abril de 2025, Rodrigo passou a ocupar o cargo de Diretor de Desenvolvimento e Negócios da CODEM, conforme termo de posse publicado no Diário Oficial do Município de Belém. O documento registra sua formação como engenheiro civil e sua nomeação para o biênio 2025/2026.
Da administração pública para a disputa eleitoral
Agora, Rodrigo Cunha leva essa experiência para a primeira disputa eleitoral registrada em seu perfil público. O candidato tenta transformar a experiência acumulada na área de gestão e desenvolvimento urbano em uma candidatura à Assembleia Legislativa do Pará.
A eleição de 2026 definirá 41 deputados estaduais para a Alepa. Cabe aos parlamentares estaduais elaborar e votar leis de interesse do Estado, fiscalizar o Poder Executivo e participar das discussões sobre orçamento e políticas públicas.
Na declaração apresentada à Justiça Eleitoral, Rodrigo Cunha informou patrimônio de R$ 282.281,66. A maior parte corresponde a uma Ford Ranger avaliada em R$ 245 mil. Também foram declarados dois depósitos bancários, que somam pouco mais de R$ 37 mil.
O limite legal de gastos informado para sua campanha no primeiro turno é de R$ 1,27 milhão.

O DESAFIO DE CONQUISTAR ESPAÇO
Rodrigo Cunha entra em uma disputa que reúne dezenas de candidatos e diferentes perfis políticos. No PDT, ele é um dos nomes que tentam conquistar uma das cadeiras da Assembleia Legislativa.
A candidatura representa também a passagem de uma atuação predominantemente administrativa para o campo eleitoral. Se eleito, o engenheiro terá pela frente o desafio de transformar sua experiência em desenvolvimento urbano e gestão pública em propostas e ações de alcance estadual.
Para o eleitor, a trajetória profissional ajuda a identificar quem é o candidato, mas a campanha ainda terá de apresentar com clareza quais são suas prioridades para o Pará, quais regiões pretende representar e quais projetos pretende defender caso conquiste uma cadeira na Alepa.

Da Redação do Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ/Imagem: Reprodução







