quarta-feira, junho 17, 2026
Desde 1876

LITERATURA – Eternas Carícias

Quando meu corpo um dia enfim fenecer,

E a minha alma a Deus for conduzida,

Se a mim fosse permitido, em outra vida,

Chuva branca escolheria para renascer.

E assim, em silêncio, sobre ti descer,

Em gotas finas, levadas pela ventania,

Beijando teus cabelos em doce harmonia,

Com infinita ternura te envolver.

Até escorrer traçando doce contorno,

Renascendo em teu calor sereno e novo,

Qual óleo precioso, delicado e morno,

Que se evapora ao pulsar da paixão;

Feito nuvem leve em forma de coração,

E do céu voltar e amar-te tudo de novo.

Por Arnaldo Silva da Rosa*Autor é Consultor Jurídico estadual, advogado, poeta, escritor com livros publicados, membro da Academia de Letras de Belém-PA, membro efetivo, titular da cadeira 20.

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