Internautas ficam chocados com a evolução do jovem e destacam a herança genética do apresentador da RedeTV!
Um vídeo descontraído publicado pela apresentadora Luciana Gimenez nas redes sociais tornou-se um dos assuntos mais comentados da semana. O protagonista do registro é Lorenzo, de 15 anos, que impressionou os internautas não apenas pelos traços físicos, mas pela semelhança absoluta com os trejeitos, a voz e a postura do pai, o empresário e apresentador Marcelo de Carvalho.
No vídeo, Luciana propõe um desafio de “choque de gerações”, apresentando ao filho objetos e tecnologias que ficaram no passado. No entanto, o que roubou a cena foi a genética. “Socorro, ele é igual ao Marcelo até nos trejeitos”, escreveu uma seguidora. Outro internauta brincou com a postura do adolescente: “Parece um empresário com sete empresas para gerenciar”.
O desafio da “Geração Alpha”
Enquanto a web comentava a semelhança familiar, Lorenzo tentava decifrar itens que eram comuns até o início dos anos 2000, mas que soam como relíquias históricas para a sua geração. Entre as definições mais curiosas do jovem, destacaram-se:
- Pager: “Um controlinho que fica do lado, você pede e aparece um barulho”.
- Fax: “Um negócio que você digita com as pessoas”.
- Orelhão: Identificado corretamente como “aquele negócio na rua”, mas com uma associação inusitada ao personagem Dumbo.
O jovem também ouviu o clássico som da internet discada (que afirmou já ter ouvido “na rádio”) e tentou identificar objetos como o rolodex, papel carbono e a máquina de datilografia.
Contraste Geracional
Na legenda da publicação, Luciana Gimenez — que também é mãe de Lucas Jagger (26) — celebrou a facilidade tecnológica dos dias atuais. “Essa geração Alpha não sabe (graças a Deus) o que era passar perrengue com alguma dessas coisas. Alguém aí sentiu falta de algum item ‘histórico’?”, questionou a apresentadora.
A repercussão do vídeo reforça o carinho do público com a família e a surpresa com o rápido crescimento de Lorenzo, que parece estar herdando não apenas o carisma da mãe, mas toda a “presença” executiva do pai.







