FOGO COMEÇOU POR VOLTA DAS 4H DA MANHÃ DESTA SEXTA-FEIRA, NA TRAVESSA DO CHACO; NÃO HOUVE FERIDOS, MAS FAMÍLIAS PERDERAM TODOS OS PERTENCES
Um incêndio de grandes proporções destruiu três casas de madeira na madrugada desta sexta-feira, 27, na Travessa do Chaco, bairro da Pedreira, em Belém. As chamas começaram por volta das 4h e se espalharam rapidamente, deixando nove pessoas desalojadas.
Conforme moradores, o fogo teria iniciado em uma das residências e, em poucos minutos, já havia tomado os demais imóveis, todos construídos no mesmo terreno. Vídeos compartilhados nas redes sociais mostram labaredas altas e uma densa fumaça preta que se espalhou pela área, provocando pânico entre vizinhos.
O Corpo de Bombeiros Militar do Pará foi acionado e precisou acessar o terreno por meio de uma oficina mecânica próxima para iniciar o combate às chamas. As três casas foram completamente consumidas pelo fogo.
Morador de uma das residências atingidas, Bruno Cardoso relatou que o incêndio começou enquanto as famílias dormiam.
“A gente estava em casa quando tudo começou, por volta das 4h da manhã. Foi muito rápido”, contou.
Segundo ele, o socorro chegou em cerca de dez minutos após o chamado.
“Conseguimos ligar pedindo ajuda e, em uns dez minutos, já tinha gente chegando para socorrer. A população também veio ajudar”, disse.
Apesar da gravidade da ocorrência, ninguém ficou ferido.
“Graças a Deus está todo mundo vivo. Ninguém se machucou, mas a gente perdeu praticamente tudo”, afirmou Bruno. Em cada uma das casas moravam três pessoas, totalizando nove atingidos diretamente pelo incêndio.
Após controlar as chamas, as equipes permaneceram no local realizando o trabalho de rescaldo, procedimento que consiste na eliminação de focos remanescentes e na prevenção de reignição, para evitar que o fogo atingisse outros imóveis próximos.
Até o fechamento desta edição, as causas do incêndio ainda não haviam sido oficialmente divulgadas. Moradores aguardam apoio do poder público e de iniciativas solidárias para reconstruir as moradias e retomar a rotina.
A Defesa Civil deve avaliar as condições do terreno e orientar as famílias desalojadas quanto às medidas emergenciais.
Da Redação do Jornal A PROVÍNCIA DO PARÁ/Imagens: Reprodução









