O 2º Tribunal do Júri de Belo Horizonte decidiu pela absolvição de Érica Pereira da Silveira Vicente, acusada de envolvimento na morte de Everton Amaro da Silva. A decisão foi tomada pelo Conselho de Sentença após julgamento realizado na capital mineira.
O caso ganhou grande repercussão por envolver alegações de tentativa de violência contra a filha da ré, que tinha 11 anos na época dos fatos.
Inicialmente, a Justiça havia pronunciado Érica pelos crimes de homicídio qualificado, corrupção de menor e destruição de cadáver, entendendo que havia indícios suficientes para que o caso fosse levado a júri popular.
Durante o julgamento, a defesa sustentou que a ação ocorreu no contexto de proteção da criança, argumentando que a ré agiu para impedir uma situação de violência. A versão apresentada foi acolhida pelos jurados, que optaram por afastar a responsabilização penal.
Com a decisão, a acusada foi absolvida.
O caso gerou amplo debate jurídico sobre os limites da legítima defesa e proteção de terceiros, além de repercussão nas redes sociais.








