quinta-feira, maio 30, 2024
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Dois foragidos de Mossoró são agarrados em Marabá, no sudeste do Pará

Após 51 dias de fuga, os dois presos que escaparam da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, foram recapturados nesta quinta-feira, 04, no Pará. A caçada por Deibson Cabral Nascimento, de 33 anos, e Rogério da Silva Mendonça, de 36, ambos do Acre, começou na manhã da quarta-feira de cinzas, 14 de fevereiro, e seguiu até hoje.
O Ministério da Justiça informou que eles foram detidos em uma ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, no sudeste paraense.


A dupla foi encontrada na cidade de Marabá (PA), que fica a 1.600 quilômetros de Mossoró.
Os dois deixaram o presídio de segurança máxima por volta das 3h da madrugada, quando teriam escalado até o teto através de uma lâmpada e, em seguida, cortado uma cerca. Ambos são envolvidos em guerras de facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas no Acre e têm ligação com o Comando Vermelho, uma das principais quadrilhas do gênero no país.
A busca mobilizou equipes com cães, drones, helicópteros, reforços de policiamento nas fronteiras do Estado e até acionamento da Interpol (Polícia Internacional).
Imagem: Divulgação

Dois foragidos de Mossoró são agarrados em Marabá, no sudeste do Pará

Após 51 dias de fuga, os dois presos que escaparam da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, foram recapturados nesta quinta-feira, 04, no Pará. A caçada por Deibson Cabral Nascimento, de 33 anos, e Rogério da Silva Mendonça, de 36, ambos do Acre, começou na manhã da quarta-feira de cinzas, 14 de fevereiro, e seguiu até hoje.
O Ministério da Justiça informou que eles foram detidos em uma ação conjunta das polícias Federal e Rodoviária Federal, no sudeste paraense.


A dupla foi encontrada na cidade de Marabá (PA), que fica a 1.600 quilômetros de Mossoró.
Os dois deixaram o presídio de segurança máxima por volta das 3h da madrugada, quando teriam escalado até o teto através de uma lâmpada e, em seguida, cortado uma cerca. Ambos são envolvidos em guerras de facções criminosas ligadas ao tráfico de drogas no Acre e têm ligação com o Comando Vermelho, uma das principais quadrilhas do gênero no país.


A busca mobilizou equipes com cães, drones, helicópteros, reforços de policiamento nas fronteiras do Estado e até acionamento da Interpol (Polícia Internacional).
Imagem: Divulgação

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