quarta-feira, julho 24, 2024
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Polícia Civil prende quatro pessoas e intensifica combate ao tráfico de drogas na Ilha de Mosqueiro 

A Polícia Civil do Pará, por meio da Diretoria de Polícia Metropolitana (DPM), deflagrou a Operação “Matapi” nesta quinta-feira (11), com o objetivo de combater o tráfico de drogas e outros crimes na Ilha de Mosqueiro, distrito de Belém. Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos, e quatro pessoas acabaram presas.

A ação foi conduzida por agentes da Seccional de Mosqueiro. Após uma intensa investigação, os policiais identificaram os principais pontos de venda de drogas na região e solicitaram à Justiça mandados de busca domiciliar para seis endereços suspeitos. 

“A Operação ‘Matapi’ reforça a luta contra o tráfico de drogas na área, visando à redução de outros crimes, como furtos e roubos. O objetivo é garantir um ambiente seguro e tranquilo, tanto para os moradores locais quanto para os visitantes da Ilha de Mosqueiro”, disse Walter Resende, delegado-geral da Polícia Civil do Pará.

Prisão e apreensão – Nas primeiras horas da manhã, 25 policiais civis, de várias divisões da PCPA, juntamente com a Guarda Municipal de Belém, cumpriram os mandados de busca, prendendo quatro pessoas e apreendendo entorpecentes e objetos.

“Matapi é um artefato indígena utilizado como uma armadilha pra prender crustáceos, principalmente na bucólica de Mosqueiro. E hoje, com o apoio do canil da Guarda Municipal de Belém, desencadeamos a Operação. É a Polícia Civil do Estado do Pará assegurando um veraneio seguro não só para os moradores, mas para todos os frequentadores da ilha. O serviço do Sistema de Segurança é prover que esse ambiente continue saudável e seguro, porque quando você comete crimes de tráfico permeia uma quantidade imensa de outras situações penais, como roubo, furto e, após o consumo, a lesão corporal e até o homicídio”, ressaltou o diretor da Polícia Metropolitana, delegado Daniel Castro.

Os presos e o material apreendido foram encaminhados para os procedimentos legais cabíveis, onde estão à disposição da Justiça.

Texto: Paula Almeida – sob supervisão de Lilian Guedes – Ascom/PC

Fonte: Agência Pará/Foto: Divulgação

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